O Bank of America e a Visa, maior processadora de pagamentos do mundo, planejam iniciar em setembro um programa de testes que permitirá que os consumidores utilizem smartphones para pagar por suas compras em PDVs.
Grandes bancos, companhias de tecnologia e fabricantes de celulares norte-americanos estão brigando pela liderança nesse segmento que, na opinião de alguns especialistas, pode se tornar o meio primário para compras cotidianas
A ListenX, empresa especializada em ambientação musical, oferece ao mercado fitness uma inovadora ferramenta para estimular o entretenimento e a comunicação durante as aulas. Trata-se do Power Vision, solução que permite a integração dos sistemas de som e TVs em uma única programação.
Desenvolvida e distribuída com exclusividade pela ListenX em todo o Brasil, a ferramenta conta com recursos tecnológicos que estimulam a comunicação, além de evidenciar as ações de marketing.
O mix cada vez mais extenso e variado oferecido por praticamente todos os tipos de varejo transpôs o foco do produto para o consumidor. Hoje, as lojas não podem ser apenas pontos-de-venda. Elas devem ser encaradas como pontos de relacionamento, em que a preferência do cliente por preços mais baixos dá espaço à valorização de elementos como atendimento, conforto, qualidade e conveniência.
Transformando PDV em PDROs pontos-de-venda, muito mais do que pontos de contato, devem ser ferramentas para fidelizar e reter consumidores. Pão de Açúcar, Fnac, Havaianas e Shopping Cidade Jardim são algumas marcas que conseguiram transformar seus espaços físicos em verdadeiros canais de relacionamento. “O consumidor busca soluções e não apenas produtos, que atualmente são acessíveis em qualquer lugar”, diz Ricardo Pastore (foto), coordenador do Núcleo de Varejo da ESPM.
Estes canais de relacionamento não podem abrir mão de elementos tradicionais como preço, promoção, localização estratégica e sortimento de produtos adequado. No entanto, é necessário somar outros valores como serviços para os clientes, ter produtos e atendimento de qualidade e ser uma marca multicanal, que possibilite que o consumidor encontre o item desejado onde for mais conveniente, seja um canal virtual ou físico.
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Telas digitais gigantes no ponto-de-venda, mecanismos de gerenciamento de estoque automáticos, mesa interativa sensível ao toque, software que identifica quem são os clientes que entram na loja e até um robô que atende o consumidor em frente a gôndola são algumas das novidades vistas por brasileiros na GlobalShop, no fim de março, e apresentadas ontem em evento promovido pelo Popai Brasil.
Diante da evolução do varejo brasileiro, o que se trata como tendência lá fora pode ser encarado como futurismo por vezes inalcançável aqui. A explicação está na própria apresentação dos especialistas. Como o varejo vai usar tecnologias caras se o investimento é alto? Mas este não é o principal problema. Há ações básicas que não são feitas por grandes varejistas instalados no Brasil.
Se lhe colocarem num corredor do WalMart ou do Carrefour sem que se saiba em que loja entrou, dificilmente o consumidor saberá onde está. As lojas simplesmente não contam com sinalização suficiente que as identifique, conforme salienta Gilberto Strunck, sócio-diretor da Dia Comunicação. Mas por que isso é um grande problema? Porque os consumidores são fieis ao varejo. Ele tem um ou dois que costuma ir sempre. Se ele não reconhece toda a sua identidade, quem fizer isso melhor poderá roubá-lo de vocês.
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Pesquisa da Ipsos mostra mudanças nos hábitos da indústria e dos consumidores
As mudanças climáticas e comportamentais estão refletindo em ações de Marketing no varejo. Desde os anos 1950, a variação de foco da indústria varejista mirou nas vendas, no produto, na propaganda, no Marketing Promocional junto ao PDV até que, no ano 2000, o varejo resolveu, enfim, apostar no consumidor e, mais recentemente, no shopper, ou comprador. Isto é o que mostra uma pesquisa da Ipsos sobre a realidade do consumo varejista no Brasil.
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Ponto-de-venda, ou PDV (do inglês – POS – “point of sale“), como é conhecido no mundo da publicidade, do marketing e da gestão de empresas, é um local (mostruário) próximo do caixa do estabelecimento onde um produto é exposto de forma permanente (independentemente de sazonalidade) ou promocional, isto é, quando são oferecidas vantagens adicionais aos consumidores na aquisição, por tempo limitado. Trata-se de um segundo local de exposição que vem somar-se ao local primário – denominado ponto permanente ou ponto natural, e que visa aumentar a rotação do produto. O PDV é também utilizado para ambientar o produto dentro de uma loja, destacando-o do restante do local, o que lhe oferece maior visibilidade e possibilidades de facilitar a aquisição.
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Não é preciso rodar muito pela velha Europa para compreender como os pontos-de-venda franceses são impactantes em ambientação e merchandising, frente aos espanhóis, suíços, alemães, ingleses e italianos. A concorrência e a guerra das grandes redes é certamente um dos fatores que permitiu a evolução em pontos-de-venda de supermercados, hipermercados e mercadinhos franceses. Ler mais
Por: Wagner Campos
Nos últimos 30 anos o mercado tem passado por várias transformações as quais tem gerado a necessidade do produto se destacar ainda mais para conquistar seus consumidores.
As ações e promoções feitas diretamente nos pontos de venda são os fatores que mais influenciam os consumidores brasileiros a tirar o dinheiro do bolso para adquirir produtos. Além disso, passado o período de maior instabilidade e de receio em relação à economia global, as pessoas já se sentem mais a vontade para voltar a colocar em seu carrinho de compras os seus itens preferidos, que tinham sido deixados de lado ou substituídos por outros mais baratos.
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